Piloto e passageiro do monomotor modelo Pelican 500-BR, que caiu na manhã do último domingo em Juína (735 quilômetros a noroeste de Cuiabá), continuam internados no Hospital Municipal da cidade.
A aeronave caiu minutos depois da decolagem em uma área com milharal, que fica próxima do aeroporto. De acordo com o diretor do Hospital Municipal, Antônio João Braga, o estado de saúde do piloto Josué Kurlapiski, 28 anos, e o passageiro Robson Gonçalves, 32 anos, é considerado estável. Na queda, o monomotor ficou totalmente destruído.
A aeronave caiu minutos depois da decolagem em uma área com milharal, que fica próxima do aeroporto. De acordo com o diretor do Hospital Municipal, Antônio João Braga, o estado de saúde do piloto Josué Kurlapiski, 28 anos, e o passageiro Robson Gonçalves, 32 anos, é considerado estável. Na queda, o monomotor ficou totalmente destruído.
As vítimas não correm risco de morte. Segundo Braga, Kurlapiski sofreu uma fratura exposta na perna direita e Gonçalves, fratura nos pés. “Os dois passaram por procedimento cirúrgico e estão estáveis”, informou. Havia a expectativa de que os dois fossem transferidos para Cuiabá, o que não aconteceu até o fim da tarde de ontem.
A polícia ainda sabe as causas do acidente. Por meio da assessoria de imprensa da Polícia Civil, o delegado José Carlos de Almeida Júnior reforçou que o monomotor tinha acabado de decolar para um passeio, quando a aeronave sofreu uma pane e o piloto teve que fazer o pouso forçado.
Nestes casos, conforme o delegado, a Polícia Civil só abre inquérito se alguém der entrada com uma representação. A reportagem do Diário manteve contato com o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) para falar sobre o assunto, mas não teve retorno até o fim desta edição.
A polícia ainda sabe as causas do acidente. Por meio da assessoria de imprensa da Polícia Civil, o delegado José Carlos de Almeida Júnior reforçou que o monomotor tinha acabado de decolar para um passeio, quando a aeronave sofreu uma pane e o piloto teve que fazer o pouso forçado.
Nestes casos, conforme o delegado, a Polícia Civil só abre inquérito se alguém der entrada com uma representação. A reportagem do Diário manteve contato com o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) para falar sobre o assunto, mas não teve retorno até o fim desta edição.
JNMT
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