Com uma população de 39.301 habitantes, Juína (735 km a noroeste de Cuiabá) ficou com a terceira posição no ranking dos municípios com maiores taxas de mortes de motociclistas do país. Foram 35,4 óbitos para cada grupo de 100 mil habitantes. Naquele ano, a cidade tinha uma frota de 10.475 motos, 64% do total de veículos em circulação.
O resultado, conforme Mendonça, foi um grande número de motocicletas apreendidas devido a imprudência dos condutores. "Nós acompanhamos muitos menores sendo apreendidos conduzindo sem habilitação, sem noção nenhuma dos riscos que estavam correndo e causando a outras pessoas também".
Realidade que também colocou o município de Cáceres (225 km a oeste de Cuiabá) entre os 10 com os maiores índices de óbitos do país. Com uma frota de 15.861 motocicletas na época e 21 mortes no ano, o município teve uma taxa de 30 óbitos para cada 100 mil habitantes.
A pesquisa analisou municípios com mais de 25 mil habitantes, que em 2008 eram 1.294. Juntos, eles concentraram 80,8% do total de mortes em acidentes de trânsito. Em Mato Grosso, também ficaram na lista dos 100 primeiros colocados os municípios de Sorriso (taxa de 23,5), Lucas do Rio Verde (19,9), Juara (17,5) e Peixoto de Azevedo (16,7). Cuiabá ocupa a 126º posição com 126 mortes, mas taxa de 12,7.
Já no ranking de mortes em acidentes automotivos, o município de Nova Mutum (264 km ao norte de Cuiabá) ficou com a 14º posição, com taxa de 31,2 óbitos para cada grupo de 100 mil habitantes.
Para o diretor de Trânsito Dirceu Pereira de Mendonça, a falta de sinalização e fiscalização vitimou muitas dessas pessoas. Realidade que, segundo ele, vem mudando. "Desde 2009 intensificamos a sinalização das ruas e avenidas da cidade e os trabalhos preventivos. Hoje temos faixas de pedestre e os motoristas respeitam. Além disso, a Polícia Militar também aumentou o trabalho repressivo".
A Gazeta
Muito interessante.....
ResponderExcluirNeeim eu naaum' sabiaa
(L)
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