Por causa da frequente falta de Juiz, promotor de justiça e defensor público, os poucos operadores da Justiça que moram Colniza, no extremo norte de Mato Grosso, até brincam com o drama: eles dizem que trata-se de uma “terra sem lei”. A população está descrente. O defensor-geral André Prieto, que esteve na cidade discutindo a questão, ouviu de vereadores que muitas pessoas procuram o Legislativo em busca de solução judiciária. De mãos atadas, não podem fazer nada para auxiliar juridicamente a população.
Colniza têm sido alvo de constantes problemas. A cidade acaba de viver uma grande cheia do Rio Aripuanã,que isolou comunidades e ofertou vida fácil para muitos criminosos que se aproveitaram da situação para vender gasolina a R$ 6,00, por exemplo. Para tentar amenizar tantos problemas vivenciados pela comunidade, está previsto pela Prefeitura a realização de mutirões nos bairros, levando diversos serviços ao cidadão. Prieto garantiu a participação da Defensoria Pública com o envio de equipe com defensores públicos para prestar o atendimento jurídico durante o evento.
Uma reunião também foi realizada com o juiz Francisco Ney Gaíva e o promotor Augusto Lopes Santos, que atuam na Comarca. Com o apoio deles, será realizada uma força tarefa, onde as sentenças poderão ser proferidas na hora, também foi proposta para a Comarca.
O assessor Jurídico da Prefeitura Municipal, Fábio Dias, destacou que é a primeira vez que um Defensor Público-Geral visita a região. “Parece que antes viravam as costas para o nosso município” - afirmou.
Uma reunião também foi realizada com o juiz Francisco Ney Gaíva e o promotor Augusto Lopes Santos, que atuam na Comarca. Com o apoio deles, será realizada uma força tarefa, onde as sentenças poderão ser proferidas na hora, também foi proposta para a Comarca.
O assessor Jurídico da Prefeitura Municipal, Fábio Dias, destacou que é a primeira vez que um Defensor Público-Geral visita a região. “Parece que antes viravam as costas para o nosso município” - afirmou.
24 Horas News
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